Pra inaugurar minha participação como colaboradora da ~·*.: Dona Encrenca :.*·~, vou fazer uma justa homenagem a esse acessório que, apesar de fazer parte de um equipamento muito difícil de operar (o homem), ainda pode ser considerado um ser com vida própria que, enquanto o dono faz cú doce ele, por sua vez, é 100% a nosso favor.
Uma ode ao teu caralho
Ai quando eu olho o teu caralho
tão liso lindo e brilhante
este caralho fulgurante
me dá até água na boca.
Teu cacete é magnífico!
Ai que membro mais bonito...
E mesmo ele tendo abatido
umas vinte e cinco mil mulheres
não dá mostras de cansaço.
Pois se eu fosse uma virgem
se eu ainda tivesse um cabaço
queria vê-lo ruir
ante a força e a destreza
deste teu irresistível caralho.
Deviam fazer do teu pau
uma bela e imponente estátua
que ficasse exposta na praça
à pública apreciação.
O maior problema seria
presenciar senhoras distintas
a molharem as suas calcinhas
ante tão deslavada ostentação.
A verdade é que seria um risco
ao intrépido monumento
de que alguma tresloucada
decidisse tomar-lhe assento.
Seria um incidente
sem tamanho nem precedentes
e pior ainda seria
ter que desentalar a rapariga
com a cara mais contente
que já mostrara na vida.
Se o teu caralho
fosse mesmo um monumento
seria certamente tombado
e seria interessante
observar as sérias restauradoras
se perderem em lascivos pensamentos
enquanto alisam respeitosas
o teu artístico instrumento.
Seria mesmo preciso
isolar este local
pois se formariam filas imensas
de pessoas querendo tocar o teu pau.
Acho que na verdade
tudo isto seria uma tragédia
embora pendendo
muito mais para a comédia.
Ai que estes meus versos
escondem um ciúme mortal
pois não admito que outras bocas
exaltem esse teu pau.
Quero mesmo é vê-lo metido
até a altura do umbigo.
Este cacete tão lindo
primor da criação.
Ah querido
meu bem amado
que essas sirigaitas todas
se desdobrem
em centenas de versos de amor
que se declarem seja da maneira que for.
Por mim,
que elas contem sempre
com o teu prolixo amparo
mas que não contribuam
para o meu tormento
e que me deixem
o teu adorado caralho!
Escrito por Cacá Marcos (num momento de inefável inspiração).
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